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IFMA realiza programação contra a violência de gênero

Debate, discussões e palestra aconteceram no dia 02 de outubro, com a presença de juíza criminal de Bacabal.
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 10/10/2019 18h36
  • última modificação 10/10/2019 18h38

O Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus Bacabal realizou no dia 02 de outubro um dia de debates e discussões acerca da violência de gênero. A atividade encerrou o projeto “Violência de gênero: desnaturalizando olhares e construindo práticas de respeito”, realizado durante a disciplina  Sociologia I, ministradas nas turmas dos cursos técnico integrado em Química, Administração e Comercio EJA, pelas professoras Carla Georgea Silva Ferreira e Debora de Jesus Lima Melo.

O projeto tem como foco desconstruir olhares preconceituosos e (des)conhecimentos em relação ao tema da violência de gênero, como uma necessidade de conscientizar estudantes contra a prática da violência, de modo específico contra a violência doméstica e familiar acometida historicamente à mulher, promovendo, assim, novas práticas de respeito. A atividade foi organizada e coordenada pelos alunos que fizerem encenações baseadas no livro “Sejamos todos feministas”, da autora Chimamanda Ngozi Adichie e em situações de violências sofridas por mulheres pesquisadas em sites e jornais. Eles interpretaram músicas, confeccionaram mapas do Brasil e do Maranhão, destacando os índices de violência no estado e municípios, e também elaboraram cartazes temáticas que foram distribuídos pelo campus.

O evento contou com a participação da senhora Glaucia Helen Maia de Almeida, juíza titular da 2ª Vara Criminal da Comarca do município de Bacabal e integrante da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica do Tribunal de Justiça do Maranhão (CEMULHER-TJMA), que proferiu a palestra “Aprendendo com Maria da Penha no Cotidiano” para os três turnos. Participaram alunos e servidores do Campus. Na ocasião, a juíza, os alunos e servidores apresentaram falas sobre a necessidade de combater a violência de gênero primeiramente com a desconstrução de pensamentos e práticas patriarcais e machistas, com informação e também com denúncias.  A juíza Glaucia Helen Maia de Almeida ressaltou “a importância de atividades como essas para o processo de sensibilização de meninos e meninas quanto à necessidade de repensar as relações de gênero no Brasil e contribui para reconstruir práticas de respeito”, disse.

As professoras Carla Georgea e Débora Melo, respectivamente, apontaram a importância do projeto. Para a professora Carla o “projeto é fruto dos debates realizados em sala de aula sobre a necessidade de se desnaturalizar práticas machistas e patriarcais que justificam a violência de gênero em nosso país. A intenção foi levar os alunos a refletir com a confecção de cartazes, mapas, leituras do livro “Sejamos todos feministas” e músicas sobre a necessidade de desnaturalização da violência de gênero, além de perceberem em suas pesquisas que índices da violência de gênero são preocupantes”. Ressaltou também a disponibilidade da juíza Glaucia Helen de participar nos três turnos, contribuindo com o debate no campus. Para a professora Débora Melo “realizar atividades desse tipo é de extrema relevância como uma forma de prevenção, transformação e combate à violência de gênero, por desconstruir noções, preconceitos, etc., promovendo a formação de agentes transformadores da realidade”, concluiu.

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